Quem disse que os homem não sofrem depressão pós-natal? Julho 26, 2008
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Estudo português diz que são quinze por cento. No Público.
O perigo latente dos psicofármacos Julho 23, 2008
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Chá e memória Julho 21, 2008
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O consumo regular de chá contribui para a boa saúde mental dos idosos, preserva a memória e reduz os riscos de redução da capacidade cognitiva, de acordo com um estudo realizado na Universidade de Singapura.
O estudo considerou a quantidade de chá verde e chá preto que 2.500 idosos acima dos 55 anos (amostra do estudo) consumiram, bem como a frequência do consumo ao longo dos dois anos de observação.
Os resultados, publicados na revista científica American Journal of Clinical Nutrition, mostraram que 35% dos participantes que não ingeriam chá revelaram uma queda na pontuação dos testes às capacidades cognitivas, ao passo que os que bebiam não demonstraram sinais de deterioração cognitiva.
Os cientistas afirmam que a descoberta pode auxiliar na prevenção da demência entre os idosos, fenómeno que pode evoluir para a doença de Alzheimer.
Fonte: Diário Digital.
Médicos estudam influência da depressão paterna nos filhos Julho 5, 2008
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Pedopsiquiatras portugueses vão investigar a influência da depressão paterna no comportamento e desenvolvimento emocional das crianças nos primeiros anos de vida, uma vez já ter sido comprovado que o estado emocional das mães pode afectar o bebé.
A experiência vivida na consulta de «Bebés Irritáveis» da Unidade de Primeira Infância do Hospital D. Estefânia levou os médicos a quererem investigar a relevância que poderá ter os sentimentos depressivos vividos pelo pai quando a criança nasce no comportamento do filho.
«Uma das situações que temos verificado e que tem um peso importante é que muitos dos bebés irritáveis têm uma relação com a depressão materna», disse em entrevista à agência Lusa o pedopsiquiatra Pedro Caldeira da Silva, responsável pela unidade de saúde mental para crianças, criada há 25 anos.
Os efeitos da depressão paterna ainda são pouco conhecidos, mas Pedro Caldeira da Silva adiantou que a equipa já constatou essa influência nalguns casos que chegaram à consulta.
«Se a depressão materna é pouco considerável, a depressão paterna então é completamente desqualificada e parece-nos que tem alguma relevância como temos vindo a verificar nas consultas e que queremos confirmar através de uma investigação», sustentou.
O médico argumentou que «o sentimento depressivo e de exclusão que os pais experienciam quando um bebé nasce pode ter mais relevância, directa ou indirectamente através da mãe, no desencadear destas situações».
Mas, segundo o pedopsiquiatra, é mais difícil chegar aos homens, porque têm «mais dificuldade em aceitar ou reconhecer que possam ter algum tipo de problema emocional ou afectivo».
Apesar de os pais terem um papel cada vez mais interveniente na vida dos filhos, «em termos teóricos e clínicos, há muito a tendência para esquecê-los», acrescentou o médico à Lusa.
Fonte: Diário Digital / Lusa.
A televisão como campo de concentração Julho 1, 2008
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“La televisión fue creada con la intención de entretener a diversos públicos creándose así diferentes tipos de programación y a su vez llevando implícitos distintos valores, pero, ¿hasta que punto la programación de la televisión llego al extremo de influir en la vida de las personas y hasta en su propia dignidad?”
Octavio Ortiz discorre sobre a semelhança experiencial de Frankl num campo de concentração nazi e a televisão. Ler o pequeno ensaio aqui.
Restrição ao tabaco dá ganhos em saúde Julho 1, 2008
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A proibição do fumo em espaços públicos ou de trabalho está a traduzir-se no decréscimo da afluência de doentes a emergências hospitalares em países que adoptaram a medida, diz um relatório da Organização Mundial de Saúde.
A OMS apelou, ontem, a que todos os países levem à prática medidas proibitivas do fumo activo e passivo. Esse apelo fundamenta-se num relatório de peritos que afirmam haver provas irrefutáveis de ganhos em saúde nas sociedades em que tais medidas foram adoptadas há mais tempo. Tais ganhos expressam-se, por exemplo, pela diminuição de atendimentos de emergência hospitalar devido a problemas cardíacos. No apelo que lança à comunidade internacional, a OMS refere que a melhoria dos níveis de saúde é notória ao fim de algum tempo e que as restrições não prejudicaram actividades económicas como os restaurantes e os bares.
O Reino Unido, que entra agora no segundo ano de restrições ao tabagismo, já há alguns dados indicativos de que 400 mil pessoas deixaram de fumar. O estudo feito a um grupo de mil pacientes com problemas do foro respiratório mostrou terem sido reduzidos em 56% os ataques de falta de ar; 39% desses doentes garantiram que o facto de terem deixado de ser fumadores passivos os afastou das idas ao hospital. No País de Gales, onde as restrições começaram há mais de de dois anos, terão diminuído em 13% os casos de ataque cardíaco nos três meses de outono do ano passado.
Em Portugal, de acordo com o presidente da Confederação Portuguesa para a Prevenção do Tabagismo, não são ainda conhecidos dados, até porque se está apenas a seis meses do início das restrições. Luís Rebelo defende que devia haver grupos de pessoas a ser monitorizados e que representassem patologias como a cardíaca e a respiratória. Tais grupos seriam também comparados com outros, constituídos por pessoas saudáveis. O acompanhamento requeria a monitorização, como a feitura de análises ao sangue e a avaliação da capacidade respiratória.
Luís Rebelo garante que “mesmo sem estudo, não tem dúvidas como médico de família, de que a saúde dos portugueses está melhor” desde o começo de Janeiro. Em ex-fumadores, afirma, podem sempre verificar-se os ganhos a curto, médio e longo prazo. Adianta ainda ter conhecimento da experiência italiana que, já com mais algum tempo de proibição de fumo em espaços públicos fechados, foi notório o decréscimo dos enfartes. Para Luís Rebelo, a realidade portuguesa, que por enquanto não está retratada em números, seguirá um princípio já provado em estudos sociológicos: tal como fumar se aprende em grupo, também é em grupo que se deixa de fumar. “É contagioso”, assegura.
Fonte: Eduarda Ferreira em JN.



