Solidão está nos genes

Adoecem mais facilmente, têm maior propensão para determinadas doenças, morrem mais cedo. O isolamento social parece afectar o organismo físico dos solitários.
O impacto da solidão pode ser maior do que o admitido até agora. De acordo com um estudo publicado em Setembro na revista Genome Biology, os solitários têm mais probabilidades de adoecer e morrer jovens.
A conclusão não é nova, já que vários estudos apontam para uma relação entre isolamento social e problemas de saúde como infecções, hipertensão arterial, insónias e cancro. A novidade é que, de acordo com investigadores da Universidade da Califórnia, as pessoas que se apelidam de “solitárias” têm padrões distintos de actividade genética.
Existem 200 genes que se destacam neste tipo de pessoas, muitos dos quais, sublinha o estudo, podem estar directamente associados à resposta imunitária básica do organismo. O que os autores do estudo não conseguem ainda garantir é se a solidão é determinada geneticamente ou se é a exposição a ela que afecta a estrutura dos genes.

Fonte: Performance Online.

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