Cientistas do Porto encontram esperança para os doentes com Alzheimer

O nome vinca talvez não lhe diga nada, mas se falar em boa-noite, talvez se lembre daquelas flores que se vêem nos jardins, com pétalas grandes e frágeis, que à noite murcham. Basta-lhes um pouquinho de água da chuva e as boas-noites multiplicam-se selvaticamente, enleando tudo o que encontram pela frente, dos muros às árvores.

Esta planta, vinca ou boa-noite na gíria do dia-a-dia, pomposa Catharanthus roseus para os cientistas, é, no entanto, mais, muito mais, do que a flor bonita do jardim. Uma equipa de cientistas da Universidade do Porto encontrou na composição da sua raiz uma esperança para ajudar os doentes com Alzheimer.

O anúncio foi feito esta quinta-feira pela equipa de investigação constituída por elementos da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto (no âmbito do laboratório associado REQUIMTE) e do Instituto de Biologia e Medicina Celular/Instituto de Engenharia Biomédica (IBMC.INEB). Os resultados do trabalho vêm publicados na revista científica Phytomedicine.

Ler o artigo completo aqui.

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