“O melhor placebo é um médico que ouça o doente”

Capa do livro "O Admirável Placebo"

 

 

“Sempre tive curiosidade de perceber o efeito placebo” diz a médica Teresa Gomes Mota. Precisou de tempo de reflexão e da segurança dos 54 anos para escrever sobre o tema.

“A presença do médico é fundamental e é por esta razão que existem médicos [ou os seus equivalentes em termos de representação simbólica] desde que há homens”, diz a cardiologista Teresa Gomes Mota, autora dos livros “O admirável placebo” e  “Do outro lado da bata”, entre outros.

Para Teresa “a relação que se estabelece entre o médico e o doente” é o verdadeiro “efeito placebo”, porque a “atenção que o médico dá ao doente é o melhor placebo. Hoje, a medicina não é feita só por médicos, porque há outros profissionais de saúde e outro tipo de terapias” que podem estabelecer essa comunicação com o doente.

A pressão crescente a que são sujeitos os médicos e outros técnicos de saúde, sobretudo no serviço público, tem riscos: “Muitas vezes queremos ter tempo para falar com as pessoas e não temos [porque as consultas têm um limite temporal]. Depois, cada vez mais somos confrontados com o uso cada vez maior da informática que nos faz deslocar o olhar” para o computador, em vez de o ter centrado no d

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